
Segundo denúncia publicada pelo jornalista Cleuber Carlos, o Goiás teria assumido o compromisso de pagar R$ 14 mil mensais a empresários que participaram da contratação de Michel Alves, diretor de futebol da agremiação.
Entre os quais, Márcio Luiz Silva Lopes Santos Souza, ex-goleiro.
O valor corresponderia a 10% dos R$ 140 mil que, de acordo com a reportagem, seriam pagos mensalmente ao dirigente.
Se confirmada, a operação custaria ao Goiás R$ 168 mil por ano, podendo alcançar R$ 336 mil em dois anos.
O futebol brasileiro parece não ter limites quando o assunto é encontrar maneiras de transferir dinheiro dos clubes para os bolsos de intermediários, normalmente utilizados pela cartolagem para também se beneficiarem.
Estamos falando de um diretor de futebol, profissional que deveria atuar na defesa dos interesses financeiros e esportivos do clube, inclusive fiscalizando negociações com empresários.
A empresa beneficiária também atua no mercado de jogadores, evidenciando o conflito de interesses.
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