Desde o primeiro minuto, o Palmeiras não fez questão de ter a bola e nem de trocar passes. A equipe buscou explorar os erros do Flu para criar chances em transições ofensivas. O time escalado tinha três zagueiros e três meio-campistas: Carlos Miguel; Murilo, Gustavo Gómez e Barboza; Giay, Marlon Freitas, Lucas Evangelista, Andreas Pereira e Piquerez; Arias e Flaco López.
É uma meia final, ida e volta. Segurança e pragmatismo. O propósito era esse: defender bem e transitar com qualidade. Bom resultado aqui para podermos finalizar em casa Vitor Castanheira, auxiliar de Abel, em coletiva
O Palmeiras conseguiu exorcizar um fantasma: a falta de eficácia. Foram apenas sete finalizações na partida (cinco delas no gol) e dois gols marcados. No ano passado, Abel Ferreira e sua comissão técnica lamentaram em diversas ocasiões a falta de eficiência da equipe, problema que não se repetiu no duelo contra o Fluminense. Em um recorte recente, o Palmeiras finalizou 26 vezes contra o Grêmio, 11 delas no gol, mas ficou no empate por 0 a 0.
A vitória por 2 a 1 encerrou a invencibilidade histórica do Fluminense como mandante em jogos de mata-mata da Libertadores. Antes da derrota, o Tricolor somava 18 partidas sem perder, com 12 vitórias e seis empates.
O Palmeiras está perto de alcançar seu principal objetivo na temporada: voltar à final da Copa Libertadores. O elenco montado para este ano, com Arias, Barboza e Marlon Freitas entre os principais reforços, foi pensado para levar a equipe à decisão continental após a derrota na final do ano passado. Agora, o time está a um empate de cumprir essa meta.
O jogo de volta acontece na próxima quarta-feira (21), também às 21h30, no Nubank Parque.


