Abel Ferreira revelou, após a classificação, que criou um “protocolo” para disputa de pênaltis.
“Depois de perder tantas vezes nos pênaltis, decidi criar um protocolo. Ele está definido e seguimos esse processo, sabendo que podemos ganhar ou perder. Nenhum treinador tem uma receita mágica. É fundamental que os nossos jogadores convertam as cobranças e que o goleiro consiga defender pelo menos uma. Podemos treinar os pênaltis, mas há algo impossível de reproduzir: a intensidade emocional. Imaginem um jogador caminhando do meio-campo para cobrar diante de 50 mil pessoas, com todos à espera do resultado”, disse o treinador.
A cobrança após as falhas
Carlos Miguel teve falhas emblemáticas contra o Cerro Porteño, no jogo de ida das oitavas de final, e contra o Atlético-MG, pelo Brasileirão.
A torcida passou a questionar até o planejamento da direção alviverde, que não trouxe nenhuma sombra para Carlos. O grupo de goleiros é formado por ele, o veterano Marcelo Lomba e Bruno Bertinato, que disputou a Série D com a Portuguesa nesta temporada.
A titularidade do goleiro nunca foi debatida internamente pela comissão técnica.


