Documentos do RCE analisados pelo UOL apontam R$ 10.140.956,79 em aberto. O valor corresponde ao saldo aproximado de R$ 2,5 milhões da parcela de julho, paga parcialmente, e a cerca de R$ 7,6 milhões referentes a agosto, que ainda não haviam sido depositados, conforme antecipado na coluna de Pedro Lopes, no UOL.
Na modalidade não previdenciária da transação com a PGFN, os registros consultados pelo UOL indicavam quatro parcelas vencidas de R$ 4.829.616,18 cada, referentes a junho, julho, agosto e setembro. O total nominal era de R$ 19.318.464,72, antes de eventuais atualizações pela Selic, e os registros não mostravam a regularização desse montante junto com as parcelas previdenciárias.
A comparação desses valores é relevante para dimensionar a escolha feita pela administração: diante de recursos insuficientes para quitar todas as obrigações, o clube optou por regularizar as quatro parcelas previdenciárias.
Acordo previdenciário soma R$ 120 milhões
O acordo previdenciário foi fechado em fevereiro de 2026, durante a gestão Stabile.
A negociação reuniu aproximadamente R$ 120,1 milhões em dívidas, divididas em 60 parcelas próximas de R$ 2 milhões.


