Mbappé é uma história inacreditável, de um craque individual que, coletivamente, fracassa. Formou o trio com Messi e Neymar e, quando saiu do Paris Saint-Germain, os franceses ganharam duas vezes consecutivas a Champions.
E, com ele, o Real Madrid não ganhou nenhuma, embora tivesse conquistado o maior torneio de clubes do planeta em duas das últimas três edilões antes de sua chegada.
Lamine Yamal é um gênio, do futuro. Rodri, do presente. Um artista do meio-de-campo, campeão mundial pela Espanha, líder e símbolo da equipe mais coletiva do futebol do planeta.
Pelo que representa, Rodri pode ser eleito Bola de Ouro.
A verdade mesmo é que não há o maior craque, o herdeiro, de Messi e Cristiano Ronaldo.
Antes, era muito fácil apontar o melhor da temporada. Eram goleadores e vencedores por seus clubes e seleções.


