
Corinthians e Cruzeiro chegam à final da Libertadores Feminina de 2026 depois de temporadas longe da tranquilidade. De um lado, as Brabas trocaram de comando técnico, tiveram uma janela de transferências discreta e enfrentaram problemas com pagamentos. Do outro, as Cabulosas lidaram com uma sequência de lesões e com questões internas que atrapalharam o planejamento. Em contextos diferentes, as duas equipes encontraram no torneio continental um objetivo comum, capaz de unir os elencos e transformar as dificuldades em combustível na briga pelo título.
Corinthians aposta na força ofensiva
Acostumado ao protagonismo continental, o Corinthians passou por uma reformulação no comando técnico, com a chegada de Emily Lima no lugar de Lucas Piccinato, e oscilou ao longo da temporada. O time ainda não conquistou títulos em 2026: foi vice do Brasileirão e da Supercopa do Brasil.
Na Libertadores, porém, as Brabas recuperaram o poder de fogo e chegam à decisão com 100% de aproveitamento: cinco vitórias, 21 gols marcados e apenas dois sofridos. A variedade de opções no ataque, com Gabi Zanotti, Vic Albuquerque, Duda Sampaio, Andressa Alves e Belén Aquino, virou um dos grandes trunfos da equipe. Nas quartas, o Corinthians goleou o Independiente Dragonas por 5 a 0. Na semifinal, reencontrou o Santa Fe, adversário da fase de grupos, e venceu por 2 a 1, de virada, com gol decisivo de Gi Fernandes. Confira a campanha:


