Quem mais se aproxima do seu desempenho é o volante francês Manu Koné, da Roma, e o meia ucraniano Yehor Nazarina, seu companheiro em Donetsk, com taxa de acerto de 98,3%.
Outros jogadores famosos pela precisão do passe, como o português Vitinha (Paris Saint-Germain), o espanhol Rodri (Barcelona) e o alemão Joshua Kimmich (Bayern de Munique), não chegam nem perto dessa taxa.
O ex-Vasco, que hoje enfrenta o Sporting, em Stamford Bridge, estádio do Chelsea que tem sido utilizado como casa pelo clube ucraniano na Champions (sua cidade de origem está impossibilitada de receber jogos devido à guerra contra a Rússia), disputa a Champions pela segunda vez na carreira.
Na primeira, em 2024/25, também teve uma taxa de acerto alta (89,8%), mas distante do nível atual.
A capacidade de fazer a bola rodar de pé em pé é justamente o que chamou a atenção de Ancelotti e rendeu a inédita convocação para Marlon Gomes.
Um dos desafios do técnico italiano para o ciclo da Copa do Mundo-2030, é encontrar meio-campistas que façam o Brasil ser mais dominante em campo e ditar o ritmo do jogo, características que dependem de um nível de excelência no toque de bola.

