— O Paulo Vítor é ‘doido varrido’. Eu não entendi muito bem, ele é um jogador muito intenso. Mas eu cobro mesmo. Quem trabalha comigo sabe que clássico é diferente e exige esse espírito. Se os gritos foram para mim, eu ainda vou apurar. Ontem mesmo ele sentou na minha sala e conversamos olho no olho com toda a linha de defesa. Eu respeito os atletas, mas exijo respeito de volta. Eles têm que me respeitar. Se não respeitar, corto o pescoço na hora certa. Mas não há desgaste nenhum — afirmou o mandatário.


