“Richarlison nunca foi parte em processo algum. A empresa ligada a ele e ao sócio Renato Velasco, a Sport 70, perdeu em todas as instâncias, inclusive no STJ, renunciou em juízo em 2025 e declarou nos próprios autos ter pago R$ 2,6 milhões a terceiros invasores, sem título, não à titular registrada do imóvel. O negócio já foi objeto de inquérito policial, arquivado por falta de qualquer indício de crime“.
Por fim, o advogado diz que o atacante é réu na Justiça por conta de suas declarações em relação ao imóvel:
“Richarlison já é réu, em Brasília, pelas mentiras que repete desde julho, mesmo depois de notificado. E faz isso em plena campanha eleitoral, usando o nome de Flávio Bolsonaro que nunca foi parte em nada e só apareceu no processo como testemunha arrolada por Alencar, ex-deputado de esquerda e sócio do próprio Richarlison. A proposta está de pé. O prazo começa agora“.
O UOL procurou a assessoria de imprensa de Richarlison, mas até o fechamento desta reportagem, ela não respondeu sobre o desafio de Willer Tomaz. Caso o lado do jogador se manifeste, a matéria será atualizada.
Richarlison: ‘Os caras pegaram na mão grande’
Richarlison alega ter investido R$ 10 milhões para a aquisição da mansão, entre 2020 e 2021, durante a pandemia da covid-19, numa sociedade com Alencar da Silveira Júnior, que presidia o América-MG à época, e Renato Velasco, que já foi seu empresário.


