Entre os compromissos de shows e gravações com a dupla, César Menotti encontra na vida rural uma atividade que o acompanha desde a infância. Aos 44 anos, o cantor mantém uma propriedade em Minas Gerais onde cria animais de pequeno porte, como mini bois, mini vacas, pôneis e porcos. A coleção, que chama atenção pelo tamanho reduzido dos animais, tornou-se uma das características mais conhecidas de sua rotina fora dos palcos.
A propriedade, conhecida como Rancho Capitão do Mato, também funciona como espaço de descanso e convivência familiar. O ambiente reúne diferentes espécies e permite que o cantor mantenha contato com uma paixão antiga, desenvolvida muito antes de sua carreira musical ganhar projeção nacional.
Paixão por animais começou na infância
O interesse pelos animais em miniatura não surgiu depois da fama. César Menotti já contou que ganhou um pônei do pai quando era criança e se apaixonou pelo animal. Quando teve condições financeiras, decidiu retomar aquele interesse e começou a criar mini pôneis e exemplares de gado de pequeno porte.
A criação foi crescendo e passou a incluir diferentes espécies. Fotografias compartilhadas pelo cantor mostram mini bois, mini vacas, pequenos cavalos e porcos, alguns deles carregados pelo próprio artista. Os registros ajudaram a popularizar a fazenda entre os fãs e despertaram a curiosidade de outros nomes da música sertaneja.
Em abril de 2020, por exemplo, César publicou uma fotografia de uma minivaca e perguntou aos seguidores se alguém gostaria de ter um animal daquele tipo. Gusttavo Lima comentou que também sonhava em possuir uma, e o sertanejo respondeu à brincadeira nas redes sociais.
Criação também chegou a ser pensada como negócio
Apesar de ter começado como uma paixão pessoal, a criação ganhou uma possibilidade comercial. César também já explicou que desenvolveu a atividade pensando no mercado de animais em miniatura. Em 2019, comentou que o empreendimento ainda havia dado mais prejuízo do que retorno financeiro.
O cantor costuma chamar os animais de pequeno porte de “pet horse”, fazendo referência à possibilidade de criá-los como animais de estimação. Os exemplares, porém, não são destinados à montaria, justamente por causa de suas características e dimensões.
A criação envolve cuidados específicos, alimentação, instalações adequadas e acompanhamento da saúde, assim como acontece em outros tipos de propriedade rural. Não há, porém, informações públicas suficientes para afirmar que essa atividade se transformou em uma fonte de lucro ou para dimensionar seu resultado financeiro atual.
Fazenda funciona como espaço de descanso da dupla
A relação de César e Fabiano com a propriedade também envolve momentos longe da agenda musical. O haras reúne animais que fazem parte da rotina dos irmãos e oferece um ambiente para aproveitar as folgas e a convivência com a família.
A presença dos animais em miniatura dá à propriedade uma característica diferente da imagem tradicional de grandes fazendas sertanejas, geralmente associadas a rebanhos de corte e cavalos de competição. No caso de César, os pequenos exemplares ocupam lugar de destaque nos registros pessoais e se tornaram parte da identidade da fazenda.
Uma rotina rural que acompanha a carreira musical
César Menotti e Fabiano começaram a construir a trajetória profissional no início dos anos 2000 e ganharam projeção nacional com músicas como “Leilão”, “Como um Anjo” e “Ciumenta”. Mesmo com a agenda de apresentações pelo país, o cantor mantém o vínculo com o campo e com uma paixão que nasceu muito antes de a dupla alcançar o sucesso.
A fazenda reúne, assim, duas dimensões da vida do artista: o interesse antigo pela criação de animais e a possibilidade de aproveitar períodos de descanso em um ambiente diferente dos palcos. Entre mini bois, pôneis, vacas e porcos, César preserva um hobby que começou com um presente do pai e acabou se tornando uma das curiosidades mais conhecidas de sua vida pessoal.


