Desta forma, Pulgar segue liberado para defender o Fla no Brasileirão. A próxima partida é contra o Bahia, domingo.
“Eu não me pauto por matérias jornalísticas. Eu me pauto pela atuação da arbitragem, pelo que está no processo. Entendo que neste caso leva à autocontenção da Justiça Desportiva e não na expansão da sua competência. Não é o meu papel como julgador dizer que a arbitragem aqui errou e posso punir a mais do que a arbitragem puniu ou deixou de punir. Estamos vinculados à denúncia e ao artigo 58-B do CBJD”, disse o relator do caso, o auditor Gabriel Fonseca, relator do caso, que abriu o entendimento pela absolvição.
A absolvição em primeira instância não quer dizer que o caso esteja completamente encerrado. A decisão é passível de recurso por parte da procuradoria.
Denúncias em casos nos quais jogadores não são expulsos pelo árbitro em campo têm gerado debate no STJD.
A defesa do Flamengo chegou a mencionar que Barreal, do Santos, não foi denunciado pela procuradoria, por uma entrada em Carrascal, do próprio rubro-negro, na rodada anterior ao Fla-Flu.
Por outro lado, o tribunal já levou a julgamento o meia Maurício, do Palmeiras, em uma cotovelada diante do Vitória – o palmeirense pegou um jogo, convertido em advertência.


