
Renato Gaúcho, de forma voluntária, deu uma demonstração bizarra a respeito da própria cognição. Durante coletiva depois do Gre-Nal, o treinador disse que seu auxiliar, que foi preso por descumprir medida protetiva contra a ex-mulher, que o acusa de violência psicológica, era inocente e que, sendo assim, é por isso que ele vota em Bolsonaro. Deixemos essa peça de eloquência, brilhantismo e inteligência no ar por alguns minutos.
Enquanto Renato dava pinta de como associa ideias de forma aleatória, no Rio, o português Leonardo Jardim fazia coisa parecida.
Tentando dizer que a entrada criminosa de Pulgar em Castillo no Fla-Flu não foi para expulsão, usou o corpo do diretor de comunicação Rodrigo Paiva para fazer um telequete para jornalistas. Rindo, demonstrou por muitos ângulos o que é falta, o que não é, o que é maldade e o que não é. Um momento para ser esquecido, mas que jamais será por quem teve o azar de ver.


