Dirigente revoltado
O empate com os gaúchos foi amargo para o Vila Nova, que tomou o segundo gol já na reta final da partida. O time goiano chegou a 63 pontos e está na 3ª colocação — já garantido para os playoffs, restando duas rodadas para o fim do campeonato. Se vencesse, no entanto, a equipe saltaria para a primeira posição.
Presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo detonou a arbitragem da partida. Em coletiva com jornalistas, o dirigente reclamou principalmente de um suposto pênalti não marcado pelo árbitro Rodrigo José Pereira de Lima. Em uma cobrança de escanteio, a bola chegou a bater na mão de um defensor do Juventude, mas o VAR não interferiu na jogada.
Esse tipo de arbitragem aqui… esse tipo de postura. Os caras conseguirem errar um lance desse. Tem alguém aqui, só uma viva-alma que fala que não foi pênalti? Não tem base! Hugo Jorge Bravo, vice-presidente do Vila Nova
No desabafo de Bravo, sobrou até para o Flamengo. O dirigente fez referência à arbitragem de José Roberto Wright no duelo entre Flamengo e Atlético-MG, na Libertadores de 1981, quando o árbitro expulsou cinco jogadores do Atlético-MG no Serra Dourada, em Goiás.
Isso aqui não pode acontecer. É injusto demais com a gente. Isso aqui está ridículo, tão matando o futebol. Aí o camarada vem, toma chuva, paga o ingresso e vai embora com qual sentimento? Que futebol não é lugar de gente séria. Meu pai foi naquela final aqui, Atlético-MG e Flamengo, com o seu Wright. Que assaltou naquela ocasião! Meu pai ficou mais de 20 anos sem ir pro estádio, porque ficou com o sentimento de otário para casa. E esse é o sentimento de todo mundo, sentimento de otário. Hugo Jorge Bravo


